sexta-feira, 1 de julho de 2016

Resenha: Cidade dos Anjos Caídos

Oioioiioi pessoal, tudo bem? Trago para vós a resenha que devia ter saído na semana especial, mas não saiu :>/






"Agora que Valentim foi derrotado, eles podem levar uma vida 'comum': caçar demônios, criar laços, nadar no lago.." Seria um sonho ler isso, não?  Mas, como todos sabemos, Valentim deixou uma prole abençoada, pra não dizer o contrário.
 Nesse livro, Jace e Clary ENFIM DEUS, podem ficar juntos <3. Simon, além de se tornar o alvo de Maia Roberts e de Isabelle Lightwood, além de ser Diurno, possui a Marca de Caim. Ou seja, ele é o rei shaushaushaus (brincadeirinha). Apesar de não sofrer nenhum dano, a Marca não deixa der ser uma maldição, e ela consegue deixar Simon pior, afinal, o efeito da tal Marca de Caim não é algo que possamos chamar de divertido. Ah, e também tem o fato de ele ser perseguido por seres encapuzados e o fato de esses ditos cujos tentarem sequestrá-lo.
 TUDO ISSO TEM UM MOTIVO MEU POVÃO. Isso acontece porque Lilith quer fazer um ritual muito louco pra ressuscitar o filhinho dela ^^ seria fofo, se A- o filho dela não fosse o capiroto B- se ela não fosse o capiroto e C- se ela não quisesse envolver o Si no meio.
 Pra piorar quem também se ferra? Isso mesmo, Alec e Magnus, tudo culpa da (desculpem a palavra de baixo escalão) vagabunda da Camille.
 Esse livro me revolta pra caramba, então vamos acabar logo com isso. Lilith é uma louca, ela consegue fazer a grande merda do ritual, e isso continua no livro seguinte.



Bom gente, a resenha de hoje é essa, peço desculpas pela falta de detalhes, mas é que esse livro me deixou muito indignada e eu não gosto dele por causa disso :)

Um beijo pra vocês ^^


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